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Quimeras e Utopias

Quimeras e Utopias

Abstinência abortiva

Enquanto a Direção Geral de Educação sugere que as escolas, a partir do 5°ano, procedam a esclarecimentos em torno da temática do aborto, um partido da oposição sugeriu que aquilo que deveria ser discutido e difundido na escola era o conceito da abstinência e suas vantagens.

 

Falando da minha experiência pessoal, depois de anos a usar óculos fundo de garrafa, da baixa autoestima e de ser uma moça feiosa, mas com padrões de escolha masculina estranhamente elevados e inverosímeis, a disciplina da abstinência ficou logo dada sem necessidade de recorrer a um concurso de colocação de professores.

 

Em consequência de ter passado a essa disciplina com distinção, ficou abortada a necessidade de frequência da disciplina sobre interrupção involuntária da gravidez.

 

Isto de se ser uma adolescente perturbada é só vantagens para o erário público.

2 comentários

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    Sónia Pereira 23.12.2016 11:55

    Nos estados mais conservadores dos E.U.A. este é um tema que dá pano para mangas. Vi também uma situação semelhante, num artigo, sobre uma revolta e manifestações contra a educação sexual nas escolas, mas no Canadá. Curiosamente, os promotores das manifestações eram emigrantes portugueses (acho que foi uma das primeiras vezes que se uniram para exigir ou contestar alguma coisa).
    É um tema que, por mais tempo que passe, parece permanecer sempre como tabu. Em alguns países de forma mais expressiva do que em outros.
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