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Quimeras e Utopias

Quimeras e Utopias

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Fasso revisão de testos. Testos academicos (artigos sientificos, teses de estrado e doutoraminto), cualquer tipo de testos. Só levo 50 sentimos há página. Mas se for um calhamasso, fasso um presso espessial, uma atensão.

Muito barato, garanto.

Poço fazer a revisão com o novo acordo hortografico ou cem acordo. É como o cliente kiser.

Sou muito rápida e garanto total satisfassão com os meus servissos de revisão. Cualidade garantida já comprovada por desenas de utilisadores destes servissos.

Agradesso que partilhem o anunsio.

 

 

O drama, o horror, o flagelo das citações

Com a chegada das redes sociais, chegou um novo flagelo da humanidade: as frases motivacionais, as citações de autores ou personalidades conhecidas, frases certeiras de figuras históricas. Não há feed neste mundo que não tenha pelo meio uma boa dúzia de frases bem emolduradas por um fundo fofinho, tudo criado para nos dar alento, injetar confiança, provar um ponto de vista. Passamos a ser guiados na vida pelas sábias palavras de Freud, Einstein, Abraham Lincoln, Buda, Dalai Lama, Fernando Pessoa, Voltaire, Maquiavel, Shakespeare e muitos outros.

 

O problema começa quando o desgraçado do autor citado afinal não disse o que disse, não fez o que dizem que fez. E a partir deste ponto tudo é possível. Temos frases ditas por um e atribuídas a outro, temos frases que apareceram do nada e são atribuídas a uma figura histórica de relevo, temos uma mixórdia que mistura ficção e realidade de forma hilariante e temos, por último, a paródia, que brinca, através da citação, com a nossa crença em tudo o que lemos na internet.

 

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Isto não é uma citação, mas uma atribuição de ações a uma personalidade histórica. Mas nada bate certo — nome, imagem, factos. 

 

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Esta citação brinca com a credulidade das pessoas em tudo o que leem na internet.

 

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Voltaire nunca disse ou escreveu esta frase. A frase foi escrita por uma escritora inglesa numa biografia sobre o filósofo.

 

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Também esta goza com as falsas atribuições das citações na internet.

 

A inspiração para este post veio de um colega bloguista. Ele citava uma frase de Fernando Pessoa, que é uma das frases mais partilhada em língua portuguesa. Não haverá português que não conheça a citação, que é atribuída sistematicamente a Pessoa.

 

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No entanto, a frase não é de Pessoa, mas esta falsa atribuição generalizou-se de tal forma que uma jornalista chegou a escrever um artigo num jornal de referência onde atribuía o poema a Pessoa. Apesar dos desmentidos que se seguiram (a casa Fernando Pessoa nega perentoriamente que o poema seja do autor, a jornalista pediu desculpa pela falsa atribuição, o jornal pediu desculpa pela falha), a citação continua a circular como sendo do autor português quando, na verdade, é do blogger brasileiro Nemo Nox.

 

Mas o mundo das citações está cheio de exemplos destes. Alguns jornais e sites já se dedicaram a apanhar estas falsas atribuições das mais conhecidas citações.

 

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A frase mais conhecida de Sherlock Holmes não aparece em nenhum livro de Conan Doyle. Só começou a ser usada quando a personagem de Doyle foi adapatada ao cinema.

 

Trump in the Twitter house

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Ilustração de Vasco Gargalo

 

Este que será o próximo presidente dos Estados Unidos da América, é um homem muito moderno. Toda a governação será feita através do Twitter. O homem pode estar em qualquer lado, é só pegar no telemóvel, abrir a aplicação e já está: invadir este, descer impostos para aquele, cancelar os seguros de saúde daqueles, construir um muro aqui e ali, vingar-se da deslocalização de alguma empresa e mandar umas bocas de menino mimado pelo meio.

 

Parece-me que, sendo a presidência feita através do Twitter, não há necessidade de ocupar a Casa Branca e o melhor será meter aquilo a render. Podiam alugar o espaço ou vender. Aquilo parece ser um sítio tão jeitozinho para fazer festas de casamentos e batizados. Com aqueles jardins, as fotografias dos casórios ficavam um espetáculo. E sempre era algum dinheiro que entrava nos cofres do estado.

 

Depois, com as taras modernas que o presidente supostamente tem (a julgar pelas notícias que ontem começaram a correr), era uma chatice o homem mudar-se para a Casa Branca. Só a quantidade de resguardos para meter nos colchões que teriam de ser comprados — isto dos golden showers é muito bonito, mas de certeza que repassa para os colchões e depois é javardeira garantida — era um rombo no orçamento.

 

O homem que alugue a White House e que guarde as taras modernas para as visitas à Rússia ou para o conforto da Trump Tower. Toda a gente sai a ganhar.

Guerra à masturbação

Os deputados da bancada evangélica, lá por terras dos nossos irmãos brasileiros, são pródigos em ideias peregrinas de alto gabarito, tudo em prol do melhoramento do país, claro está. Combater a corrupção, promover melhorias no sistema de saúde público, desenvolver o deficiente sistema educativo? Não! Bem melhor do que isso é levar a votação uma lei que combata a malfadada punheta.

 

O deputado federal Marcelo Aguiar, antigo cantor e ator, agora deputado, encontrou na pornografia a encarnação de todos os males do mundo. Para grandes males, grandes remédios. Está a desenvolver uma lei que pretende levar a votação a proibição de todos os conteúdos pornográficos na internet. As operadoras, no caso de aprovação da lei, seriam obrigadas a interditar todos os sites ligados a conteúdos pornográficos, para libertarem os cidadãos daquilo que o deputado considera ser um vício crescente. Segundo Marcelo:

 

Estudos atualizados informam um aumento no número de viciados em conteúdo pornográfico e na masturbação devido ao fácil acesso pela internet e à privacidade que celular e tablet proporcionam, os jovens são mais suscetíveis a desenvolver dependência e já estão sendo chamados de autossexuais - pessoas para quem o prazer com sexo solitário é maior do que o proporcionado pelo método, digamos, tradicional.

(excerto retirado desta notícia do DN)

 

Na impossibilidade de controlar todos os atos solitários dos autossexuais (uma pessoa está sempre a aprender coisas novas), o melhor, achou o Marcelo, será combater aquilo que fomenta os atos. A pornografia.

 

Bem, aos amigos brasileiros, sugiro que descarreguem da net a maior quantidade de pornografia possível, armazenem em discos rígidos e rezem para que não aconteça o pior. Nunca se sabe. E mesmo que a coisa em forma de lei passe (pouco provável), o auto prazer continuará disponível (a não ser que inventem um masturbómetro para cada cidadão usar). Se não for com a ajuda da pornografia, a imaginação lá terá de chegar.

Apontamentos (vagamente alucinados) de ano novo

Não sou pessoa para fazer resoluções de ano novo nem grandes planos apoiados unicamente na mudança de ano do nosso calendário gregoriano. Já tenho idade suficiente para saber que cada resolução proferida será uma meta falhada, cada plano projetado sairá furado. Por isso, entretenho-me com pensamentos soltos e sequentes análises dos mesmos:

 

 — Percebo que posso ter estragado irremediavelmente a minha vida ao descurar sistematicamente, ano após ano, a questão fulcral da escolha da cor da cueca na passagem de ano (forma humorístico/brejeira de justificar a minha inabilidade em fazer escolhas acertadas para a minha vida);

 

—Quanto mais bebo, melhor fico nas fotografias (justificativo para a minha vontade irreprimível de beber uns copos de vez em quando);

 

 — O/A mestre chocolateiro/a que inventou o bombom Ferrero Rocher merecia uma estátua na Praça do Comércio. Era espantar de lá o D. José I e plantar uma estátua de três metros de altura do/a senhor/a com uma bandeja repleta de chocolates (a fazer lembrar o prestável motorista Ambrósio do anúncio). São as diferentes texturas, o crocante, a suavidade do creme, o sabor da avelã, que tornam aquilo tão genialmente saboroso (pensamento que pretende ofuscar a realidade calórica de cada chocolate ingerido nas últimas semanas).

 

Uma pessoa sempre tem de se entreter com qualquer coisa. :)

Mulher não entra

O Jornal Público e a revista Sábado decidiram fazer uma antevisão do novo ano, convidando um painel de opinadores para nos deslumbrar com uma visão masculina do que está para vir e do que deve mudar. Na revista Sábado, em seis comentadores, seis homens, no jornal Público, em dez almas providas da clareza de poder ver o futuro, dez homens.

 

Nas redes sociais (usei o plural, mas sou uma pobrezinha, só uso o Facebook), denotei um certo alarido como reação a estas escolhas das duas publicações informativas. Mas tudo terá uma explicação. Tenho a certeza que tanto o Público como a Sábado só escolheram homens porque não nos queriam incomodar. Lá devem ter julgado que, com o revelhão à porta, as senhoras estariam todas ocupadas a escolher a fatiota para a passagem de ano ou então, aquelas mais entradotas que ficam em casa a ver os fogos de artifício pela televisão, estariam já em laboriosos preparativos para o jantar (são entradas, prato principal e carradas de sobremesas, são as passas e o espumante). Depois, há que não esquecer a meda de roupa que está por passar a ferro, a outra montanha que está suja e que precisa de ser metida na máquina (temos de aproveitar o solinho para secar a roupa no estendal). E não esquecer que para a semana os miúdos já regressam à escola, o tempo escasseia e temos de os ajudar com os trabalhos de casa que os mandriões ainda não fizeram.

 

Aquilo foi tudo a pensar em nós, digo-vos. Aqueles diretores das duas publicações são seres altruístas, que pensam no bem-estar alheio. Iam agora desviar-nos das nossas tarefas domésticas para nos pormos a pensar no futuro?!

 

Haja alguém que pensa no nosso bem.

 

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 Imagem retirada do site da revista Sábado.

 

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Imagem retirada da página do facebook «Mulher não entra».

Abstinência abortiva

Enquanto a Direção Geral de Educação sugere que as escolas, a partir do 5°ano, procedam a esclarecimentos em torno da temática do aborto, um partido da oposição sugeriu que aquilo que deveria ser discutido e difundido na escola era o conceito da abstinência e suas vantagens.

 

Falando da minha experiência pessoal, depois de anos a usar óculos fundo de garrafa, da baixa autoestima e de ser uma moça feiosa, mas com padrões de escolha masculina estranhamente elevados e inverosímeis, a disciplina da abstinência ficou logo dada sem necessidade de recorrer a um concurso de colocação de professores.

 

Em consequência de ter passado a essa disciplina com distinção, ficou abortada a necessidade de frequência da disciplina sobre interrupção involuntária da gravidez.

 

Isto de se ser uma adolescente perturbada é só vantagens para o erário público.

Sonhos estranhos II

Como já referi num outro post, é difícil recordar os sonhos que me acompanham enquanto durmo. Mas hoje, ao acordar, lembrei o que terá sido o último sonho da noite e logo dou por mim a pensar: mas que porra foi esta?!

 

Mas esta madrugada terá sido propensa a sonhos absurdos (não os serão todos?!) entranhados na realidade, porque já hoje de manhã dou de caras com um post de um colega bloguista também a relatar as suas estranhezas oníricas. Algum vento do norte trouxe para o dia as reminiscências noturnas.

 

No meu sonho, estava em casa de duas pessoas que não conheço pessoalmente, dois «amigos» recentes do Facebook. Ela, uma mulher linda e muito inteligente (a minha inveja facebookiana) e ele um jornalista perspicaz e em cima do acontecimento que tem a capacidade de facultar novos pontos de vista sobre variados acontecimentos nacionais e internacionais. Nunca falei com nenhum deles, o «relacionamento» limita-se a uns likes nos posts de ambos. Ele é bem mais velho do que ela, ela a personificação de um eu pessoal por mim idealizado. Que eu saiba, não se conheçam na realidade e talvez nem sequer sejam amigos virtuais. No entanto, no meu sonho, eram casados e ela exibia uma magnífica barriga de grávida, proeminência arredondada e bonita num corpo escultural. Eu estava, juntamente com o meu marido, na casa dos dois para os acompanhar a uma peça de teatro. Também lá estavam outros amigos, meros figurantes no filme. Lembro-me de me sentir constrangida — a inteligência da moça, que me leva a invejá-la, faz-me também sentir fortemente a minha mediocridade — mas ela de tudo fazia para me colocar à vontade e aligeirar o ambiente de forma a que não me sentisse excluída. Estávamos todos numa sala, numa conversa que servia de preâmbulo à saída para irmos ver a peça de teatro na qual eles os dois, marido e mulher, tinham algum tipo de participação.

 

Após aquela confraternização, acordei ainda embrulhada na estranheza dos meus vagueares oníricos. Quando, passadas umas horas, abri o Facebook, o primeiro post que me apareceu foi dela e logo o seguinte, um dele. Sorri pela aparente perseguição da história noturna e pelo recordar das narrativas retorcidas que se formam dentro da nossa cabeça enquanto estamos a dormir.

 

E no ar, fica a pergunta: mas que porra foi aquilo?

Mente perversa

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Dou por mim a olhar para este brinquedo e a não resistir rir. Estarei a precisar de um psiquiatra, estará a minha mente torcida e retorcida ou este brinquedo é simplesmente… estranho?!

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Aperta-me, estica-me, bate-me, agita-me. Really??

 

(imagens do brinquedo retiradas do site da Fnac).

Falhanços épicos

Tenho fama de ser um pouco desastrada e o epítome justifica-se. Sou aquela pessoa que derruba um copo de vinho tinto na ceia de Natal, pintando a tolha branca de rosáceas púrpuras, sou aquela que parte pratos e copos a lavar louça, sou aquela que espirra café que estava a beber sobre uma parede quando me contam uma piada que provoca um riso incontrolável.

 

Mas sinto-me um tanto ou quanto injustiçada com esta reputação que me precede, pois, selecionando todos os grandes falhanços familiares, os falhanços épicos foram todos cometidos pelo meu marido. Nunca cheguei sequer a poder competir com as obras de arte do desastre que o meu querido esposo tão garbosamente conseguiu elaborar.

 

Assim, para reposição da verdade no que ao falhanço diz respeito, aqui fica o top dos falhanços épicos do meu marido:

 

Karaté Kid

Certa vez, estava tudo preparado para fazermos uns crepes, quando a desgraça aconteceu.

A massa dos crepes repousava numa taça colocada em cima do fogão só à espera que a começássemos a verter em porções para uma frigideira para iniciarmos a feitura dos crepes. O meu querido marido, já não me recordo bem a que propósito, decidiu fazer um movimento exibicionista de karaté. Soergueu uma perna em riste e sem se dar conta, tocou com a ponta do pé na taça da massa dos crepes. Bem… a taça virou, a massa verteu para todos os cantos e recantos, ranhuras e fissuras daquele fogão. À frente, atrás, nos bicos e nos botões, tudo ficou inundado de massa de crepes. Passados meses ainda era possível encontrar massa ressequida na parte de trás do fogão. E o mais triste foi… nada de crepes para ninguém.

 

Experiências científicas

Era inverno, a lareira estava acesa. Nessa altura ainda tínhamos uma lareira aberta. Eu limpava o forno, de costas para a lareira, alheia às ideias mirabolantes que o meu marido estava a magicar. Enquanto eu limpava, ele resolveu descobrir o que aconteceria se colocasse uma garrafa de coca-cola vazia e fechada dentro da lareira acesa. Não me disse nada porque sabia, de antemão, que eu não acharia a menor graça à brincadeira. Fazia reciclagem e a ideia de queimar plástico na lareira era inconcebível. Assim, deixou-me permanecer na ignorância até ser tarde demais. A garrafa colocada nas chamas da lareira explodiu e o estrondo foi tal que julguei que tinha rebentado uma bilha de gás em casa. A onda de choque na lareira após a explosão fez com que as chamas se apagassem por completo e a cozinha ficou imersa em cinza expelida. Foi um sobressalto horrível. Garanto que como não morri do coração naquele dia, não precisarei nunca mais de fazer um eletrocardiograma na vida. O meu coração é de ferro.

 

Todas as posições são boas posições

O meu marido adora gelatina. Certa vez fiz uma gelatina de banana com pedaços de banana e ele não resistiu a levar a taça de gelatina para a cama para um petisco noturno. Já meio rendido à preguiça, ia comendo a gelatina meio deitado, só com a cabeça um pouco soerguida. Quando resolveu pousar a taça na mesinha de cabeceira, algo correu mal. Devido à posição em que encontrava, o movimento simples de pousar uma taça acabou em falhanço constrangedor. A taça escapou-lhe das mãos e caiu para o chão, por entre a cama e a mesa de cabeceira. Ficou o chão repleto de vidros e pedaços de banana e gelatina, salpicos gelatinosos na mesa de cabeceira e na parede, tudo sarapintado de amarelo gelatina.

 

Festa da espuma

Colocámos a louça na máquina de lavar depois do almoço. Já eu tinha colocado a pastilha para pôr a máquina a lavar quando ele teve a genial ideia de colocar um pouco de Fairy no interior da máquina, por cima dos pratos e talheres. Eu achei má ideia. Aquilo era muito concentrado e não havia necessidade de colocar mais nada porque já lá estava uma pastilha. Mas ele arguiu que, como estávamos a usar o programa rápido, um pouco de detergente de louça iria reforçar a limpeza. Pôs um pouco, depois, mesmo sob os meus protestos, decidiu colocar um pouco mais e toca a ligar a aparelho. Passados uns minutos da máquina estar a trabalhar, algo começou a correr mal. Via-se espuma a sair pelas frinchas laterais do aparelho. Inicialmente pensávamos que seria só um pouco, mas cada vez saía mais e mais. A espuma já escorria para o chão e ele lá acabou por desligar a máquina. À abertura da porta, nem se conseguia ver a louça com a quantidade de espuma que estava no interior. Um «pequeno» erro de cálculo fez com que passasse as horas seguintes a tirar lentamente espuma da máquina para o lava louça. Desde esse dia, nunca mais se atreveu a repetir a façanha.

Agora, quando me dizem que o detergente é concentrado e faz espuma com pouca quantidade, eu acredito. Nessa área, não tenho dúvidas.

 

Todas estas aventuras falhadas quando comparadas com os meus erros menores, os meus desastres medíocres, deveriam levar a que o título de desastre ambulante fosse reatribuído. O que é uma toalha suja de vinho quando comparada com uma festa da espuma na cozinha? Não lhe chego aos calcanhares nesta matéria, tenho de admitir.